Você está preparado para o novo normal?

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O novo normal disruptivo

Ahhh o novo normal, quantas dúvidas passam em minha cabeça. Afinal, o que é o novo normal?

É de notoriedade o acúmulo de incertezas que vivemos quanto ao futuro, todos aflitos para saber como será a vida daqui para frente, os impactos da COVID-19 e o novo normal…

Atualmente, nesta pandemia, existem empresas falindo, algumas se mantendo e poucas crescendo em todos os setores do mercado nacional e mundial. A tecnologia virou forma recorrente de contato e comunicação, e hoje é nítido que o processo de aceleração digital chegou para ajudar as empresas a se reinventarem.

A disrupção de empresas no cenário mundial está dando as caras, você fará parte dela, ou a verá passar?

O que é disruptura?

Para começar a escrever este artigo, devo mencionar o significado de disruptura, palavra que pode virar cotidiana para você. Não sendo apenas uma premissa de como lidar com a realidade pós pandemia.

Disruptura é a particularização definida pelo marketing como manifestação de uma inovadora maneira de realizar algo de forma inovadora. Assim sendo, por diversas situações podem ocasionar em ameaçar o jeito antigo de fazer estas coisas ou acabar por extinguindo isto, gerando desdobramentos inesperados em todas as camadas da sociedade.

Como o transtorno que o Uber gerou com os taxis, e o que o Airbnb fez com os hotéis, e o que provavelmente irá afetar os bancos e as formas de transação que existem hoje, os blockchains.

Exemplo disto são as startups. As startups tiveram seu começo no Vale do Silício – Califórnia – EUA, onde jovens entusiastas da tecnologia movidos pela cultura da velocidade e economia de fazer mais com menos.

Também pelo sonho de criar uma grande empresa, e com determinação o bastante para executar qualquer tipo de tarefa, os denominados “makers” e doutrinados pela religião do “Do it yourself”.

Lá, o ritmo é insano, produtos e serviços saem do papel a todo momento, indivíduos de diversas partes do mundo com ideias na cabeça que prosperaram demais.

Contextualizando...

A primeira disruptura pode ser sentida entre os anos de 1996 – 2001, onde a internet começou a mostrar sua cara com o estouro da bolha, mas precisamente em 2001, com o surgimento da Napster.

Plataforma que deixou a indústria fonográfica de queixo caído, quando começou a mudar a experiência do acesso dos usuários a música, mudando sua defasada forma de consumo, afetando financeiramente as gravadoras e artistas.

Onde ao contrário da antiga maneira de se encaminhar para uma loja de discos com os dedos cruzados para achar o qual estava desesperado para comprar, e com risco ainda de não achá-lo devido a grande demanda e a baixa oferta, que foi substituída por um streaming de seu próprio desktop, sentado no aconchego do seu lar e de forma específica, ou seja, quer escutar determinada música, é ela que você irá baixar e escutar, empoderado o cliente e tornando o serviço exclusivo.

O caso Elon Musk X NASA

Agora citando um caso mais contemporâneo para entendermos melhor que tudo pode ser disruptado. Você conhece a National Aeronautics and Space Administration? Sim, a NASA, o maior símbolo do avanço tecnológico no mundo, de atos que desafiam a compreensão humana.

Pois bem, foi atropelada por uma startup, a SpaceX, desenvolvida por Elon Musk e contemplando um excepcional objetivo, levar um terráqueo ao planeta vermelho, Marte.

A razão do atropelamento é de fácil entendimento, a empresa realiza todos os processos de forma mais rápida, de maneira mais sustentável, mais barata, com menos burocracia, tendo em mente que o orçamento dos foguetes da SpaceX é praticamente irrisório comparado ao da NASA.

Para ratificar minha informação escrevo, esta empresa se colocou em um patamar gigantesco na humanidade, sendo a primeira agência espacial na história a lançar um foguete ao espaço e retorná-lo pousando em terra, e digo mais, pousaram o foguete em um drone marítimo, uma espécie de barco não tripulado que se posiciona de acordo com o ponto exato de retorno, evitando gastos excessivos e reaproveitando as peças do foguete.

Quando perguntado sobre os planos da NASA enviar um homem a Marte, Elon Musk, CEO da SpaceX teceu este comentário:

Eu não acho que a NASA vai conseguir enviar um homem a Marte. Se eles tentarem fazer isso utilizando a sua engessada e tradicional estrutura governamental os custos serão proibitivos, excedendo todo o orçamento do governo

Você faz as suas escolhas!

Com este comentário acima do CEO da SpaceX, Elon Musk, me conduz a entrar no tópico de desfecho deste artigo, a forma de pensar disruptiva pode ser o cotidiano futuro, ou o novo normal?

Atualmente as empresas tem seus serviços condizentes a uma necessária reengenharia do decrépito modelo de negócios, sistema internos e toda a estrutura de custos e serviços.

Empresas que traduzem seus serviços em um ecossistema gigantesco e complexo de se administrar devem desverticalizar suas visões, se comportar rapidamente frente a um percalço, permitir as suas equipes que andem rápido e consigam desenvolver soluções relevantes para as pessoas cujo pretendem servir, e focarem seus esforços somente ao que interessa, em se manter aberto a nuances futuras e compreender as engrenagens que as compõem.

E agora para humanizar este artigo, o pedaço de um samba enredo da G.R.E.S. União da Ilha do Governador em 1978, pelo compositor João Sergio, que nunca se fez tão contemporâneo: “Como será o amanhã, responda quem puder, o que irá me acontecer, o meu destino será como Deus quiser…”.

Dito isso, fico com está frase, o pensamento disruptivo é relativo a perceber o vento que precede a chuva. Imagine como quiser seu novo normal, só me prometa que vai fazer acontecer. Nos vemos em outro artigo

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